Perdida em você estou a cada dia e não quero me encontrar, somente deixa-me ficar aqui em ti bem escondida.
Esperando chegar o dia da nossa felicidade, o dia do nosso amor.
Não tenho a pretensão de ser somente namorada. Mas, de ser acolhida, amada e alegrada no vinho do teu amor.
Embriaga-me!!!
E serei tua por toda minha vida.
O Cinema, a Princesa e o Mar
Composição: Angela Rô Rô
Não tem problema, Copacabana
Eu sou bacana, sou de Ipanema
Se der saudade, vou ao cinema
Vou ver “A princesa e o mar”
Mas se eu tiver um novo amor
Então o filme vai ter sabor
Beijo molhado, no escurinho
Vivi tanto tempo sozinho
E vai rolar uma paixão
Seja real ou no telão
Não tem problema, eu sou bacana
Se precisar, todo dia da semana
Copacabana ou Ipanema
Eu volto a amar no cinema…
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Ps* Num momento totalmente boêmio.
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Delikda







É bom se embriagar de amor, as vezes consegimos outras não, mas vale a pena ter esperança nessa vida. Parabéns pela sensibilidade e pela música de Angela Ro Ro sempre atual.
bjs
Show Tati!! Parabéns….
Embriaguezx poética, é isso que sinto aq, rs…
Ai Ângela, rs…
Uma das canções que mais gosto dela é Fogueira!!
Linda demais!!^^
Beijos
É Chefinha mandou bem, Angela Rô Rô, esquecida pela “comunidade” ressurge aí na lembrança – pelo menos…parabéns pela sensibilidade.
“Mulher mais adorada!
Agora que não estás,
deixa que rompa o meu peito em soluços
Te enrustiste em minha vida,
e cada hora que passa
É mais por que te amar
a hora derrama o seu óleo de amor em mim, amada.
E sabes de uma coisa?
Cada vez que o sofrimento vem,
essa vontade de estar perto, se longe
ou estar mais perto se perto
Que é que eu sei?
Este sentir-se fraco,
o peito extravasado
o mel correndo,
essa incapacidade de me sentir mais eu, Orfeu;
Tudo isso que é bem capaz
de confundir o espírito de um homem.
Nada disso tem importância
Quando tu chegas com essa charla antiga,
esse contentamento, esse corpo
E me dizes essas coisas
que me dão essa força, esse orgulho de rei.
Ah, minha Eurídice
Meu verso, meu silêncio, minha música.
Nunca fujas de mim.
Sem ti, sou nada.
Sou coisa sem razão, jogada, sou pedra rolada.
Orfeu menos Eurídice: coisa incompreensível!
A existência sem ti é como olhar para um relógio
Só com o ponteiro dos minutos.
Tu és a hora, és o que dá sentido
E direção ao tempo,
minha amiga mais querida!
Qual mãe, qual pai, qual nada!
A beleza da vida és tu, amada
Milhões amada! Ah! Criatura!
Quem poderia pensar que Orfeu,
Orfeu cujo violão é a vida da cidade
E cuja fala, como o vento à flor
Despetala as mulheres -
que ele, Orfeu,
Ficasse assim rendido aos teus encantos?
Mulata, pele escura, dente branco
Vai teu caminho
que eu vou te seguindo no pensamento
e aqui me deixo rente quando voltares,
pela lua cheia
Para os braços sem fim do teu amigo
Vai tua vida, pássaro contente
Vai tua vida que estarei contigo.”
Monólogo de Orféu – Vinícius de Moraes – que se lesse seu texto, mudaria o título para diálogo de Orfeu com Delikda.
Beijos!
Lindo, lindo!
=)