delikda 26 de julho de 2010 Sentimentos , , , , , 5 comments
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Perdida em você estou a cada dia e não quero me encontrar, somente deixa-me ficar aqui em ti bem escondida.

Esperando chegar o dia da nossa felicidade, o dia do nosso amor.

Não tenho a pretensão de ser somente namorada. Mas, de ser acolhida, amada e alegrada no vinho do teu amor.

Embriaga-me!!!

E serei tua por toda minha vida.

O Cinema, a Princesa e o Mar

Composição: Angela Rô Rô

Não tem problema, Copacabana
Eu sou bacana, sou de Ipanema
Se der saudade, vou ao cinema
Vou ver “A princesa e o mar”

Mas se eu tiver um novo amor
Então o filme vai ter sabor
Beijo molhado, no escurinho
Vivi tanto tempo sozinho

E vai rolar uma paixão
Seja real ou no telão
Não tem problema, eu sou bacana
Se precisar, todo dia da semana
Copacabana ou Ipanema
Eu volto a amar no cinema…

*********************************************
Ps* Num momento totalmente boêmio.
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Delikda 

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  • Eni - 27 de julho de 2010

    É bom se embriagar de amor, as vezes consegimos outras não, mas vale a pena ter esperança nessa vida. Parabéns pela sensibilidade e pela música de Angela Ro Ro sempre atual.
    bjs

  • Suzana Martins - 27 de julho de 2010

    Show Tati!! Parabéns….

    Embriaguezx poética, é isso que sinto aq, rs…

    Ai Ângela, rs…

    Uma das canções que mais gosto dela é Fogueira!!

    Linda demais!!^^

    Beijos

  • Dulce de Melo - 27 de julho de 2010

    É Chefinha mandou bem, Angela Rô Rô, esquecida pela “comunidade” ressurge aí na lembrança – pelo menos…parabéns pela sensibilidade.

  • Alma - 26 de julho de 2010

    “Mulher mais adorada!
    Agora que não estás,
    deixa que rompa o meu peito em soluços
    Te enrustiste em minha vida,
    e cada hora que passa
    É mais por que te amar
    a hora derrama o seu óleo de amor em mim, amada.

    E sabes de uma coisa?
    Cada vez que o sofrimento vem,
    essa vontade de estar perto, se longe
    ou estar mais perto se perto
    Que é que eu sei?
    Este sentir-se fraco,
    o peito extravasado
    o mel correndo,
    essa incapacidade de me sentir mais eu, Orfeu;
    Tudo isso que é bem capaz
    de confundir o espírito de um homem.

    Nada disso tem importância
    Quando tu chegas com essa charla antiga,
    esse contentamento, esse corpo
    E me dizes essas coisas
    que me dão essa força, esse orgulho de rei.

    Ah, minha Eurídice
    Meu verso, meu silêncio, minha música.
    Nunca fujas de mim.
    Sem ti, sou nada.
    Sou coisa sem razão, jogada, sou pedra rolada.
    Orfeu menos Eurídice: coisa incompreensível!
    A existência sem ti é como olhar para um relógio
    Só com o ponteiro dos minutos.
    Tu és a hora, és o que dá sentido
    E direção ao tempo,
    minha amiga mais querida!

    Qual mãe, qual pai, qual nada!
    A beleza da vida és tu, amada
    Milhões amada! Ah! Criatura!
    Quem poderia pensar que Orfeu,
    Orfeu cujo violão é a vida da cidade
    E cuja fala, como o vento à flor
    Despetala as mulheres -
    que ele, Orfeu,
    Ficasse assim rendido aos teus encantos?

    Mulata, pele escura, dente branco
    Vai teu caminho
    que eu vou te seguindo no pensamento
    e aqui me deixo rente quando voltares,
    pela lua cheia
    Para os braços sem fim do teu amigo

    Vai tua vida, pássaro contente
    Vai tua vida que estarei contigo.”

    Monólogo de Orféu – Vinícius de Moraes – que se lesse seu texto, mudaria o título para diálogo de Orfeu com Delikda.

    Beijos!

  • Taty - 26 de julho de 2010

    Lindo, lindo!

    =)

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