“A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas.”
Horácio
Costumamos controlar todas as situações e muitas vezes nos perdemos quando o assunto sugere outra pessoa.
Somos como o cão sedento que olha para o riacho e não consegue saciar sua sede por medo de seu próprio reflexo na água.
Neste ponto ou se afasta e morre de sede ou simplesmente enfrenta-se o medo e alcança-se a solução do que há minutos parecia nos matar.
Pois bem, entrar em um novo relacionamento é tão difícil quanto à situação da fabula, ou ficamos o tempo todo examinando o novo que chegou, refletindo nele o que já vivemos ou nos atiramos de vez e realizamos nosso desejo de correr de novo: riscos, perigos, certezas, dúvidas, choros, sonhos, risos, realidade… pelo menos tentaremos, não nos deixaremos morrer na encruzilhada, sem querer tomar novo rumo.
É claro que a tendência será de sermos mais cautelosos, todavia necessário se faz o apostar de novo, mesmo que lá na frente não tenha sido como o compositor disse: “começar de novo, vai valer a pena…”, mas teremos feridas a cuidar ou flores a colher.
Entre duas opções, uma boa outra ruim, se nos amamos de verdade e nos valorizamos, é claro que acreditaremos no melhor. A fantasia positiva talvez nesta hora possa alimentar um interior sofrido e que merece nova chance. Cuidado apenas para não vestirmos de idealizações um ser humano igual a nós mesmos.
Basta então saber que haverá defeitos e erros, comuns a qualquer humano, e que para nos acompanhar, dar prazer, merecer carinhos e reciprocamente amor, ninguém há que ser maior ou inferior a nós mesmos.
Medirmos a figura que se apresenta nas águas exatamente como nós nos julgamos e nos conhecemos talvez seja o segredo do sucesso de começar de novo e não RECOMEÇAR – que seria reciclar… nada do que foi, do que existiu…eis que o novo sempre vem.








Obrigada meninas pelo comentário…estive fora do ar um tempo, por isto não agradeci antes…que bom, fico feliz que tenha sido util para suas reflexoes…grande beijo as tres.
Dulce muito intrigante po texto e verdadeiro, muitas vezes não nos entregamos ao novo pelo medo, e também pela mania de comparar o que tinhamos pelo que podemos ter, e recuamos por medo de talvez sofrer novamente. Entretanto não devemos jamais desistir de seer feliz nessa vida, pois o que se vela dessa vida é a vida que leva. bjs
Dulceeee!
Moça, o que é isso? Sempre arrebentando nossos corações, desconstruindo tudo o que pensávamos ser verdade sobre a vida!
Lindo texto! Tu me impressionas sempre!
Bitocas… avassaladoras!
Dulce querida… sempre aurpreendendo, sempre nos mostrando o outro lado das mais diversas situações corriqueiras da vida!
Adoro seus textos, de todo coração! Tenho recomeçado muitas vezes e sei o quanto esse passo é essencial para todos nós!
Um beijo grande! Obrigada pelas sábias palavras!
Pois bem, entrar em um novo relacionamento é tão difícil quanto à situação da fabula, ou ficamos o tempo todo examinando o novo que chegou, refletindo nele o que já vivemos ou nos atiramos de vez e realizamos nosso desejo de correr de novo: riscos, perigos, certezas, dúvidas, choros, sonhos, risos, realidade… pelo menos tentaremos, não nos deixaremos morrer na encruzilhada, sem querer tomar novo rumo.
Dulce sou do tipo que encara o novo, me sinto instigada pelo conquistado e isso é acreditar sempre que nos seres humanos sempre temos um nova chance de sermos felizes!
beijos