Foto: Blog Olhares
Dentro da cultura judaica existe um ensino precioso: “Aquilo que não podemos mudar, simplesmente deixemos de lado”. O que machuca, o que maltrata, são as tantas e tão valorizadas pedrinhas.
São as pequenas pedras que tanto nos incomodam. Ninguém perde seu tempo, ou sua energia física e emocional diante de uma pedreira, pois é algo sabidamente intransponível.
Sabemos que elas machucam. E como… Basta caminhar na areia da praia junto à água do mar. Como é prazerosa a caminhada até que nossos calcanhares comecem a sentir aquela dor fininha e penetrante…
No nosso dia-a-dia não é diferente. Temos que saber enfrentar essas pedrinhas que teimam em nos desafiar. Temos que enfrentá-las de frente. Temos que encarar nossos problemas e nada de ficar adiando coisa alguma, pois, a pedrinha de hoje pode se transformar naquele paredão de amanhã.
Podemos e devemos fazer com que as dores da vida se tornem mais amenas com o passar do tempo. Isso não quer dizer que teremos que nos tornar grandes muralhas intransponíveis, e sim, que com nossas experiências os percalços poderão ser “menos doloridos”.
Então, encare as pedrinhas como elas são: pedrinhas. Não as supervalorize. Elas não passam de meras pedrinhas.







Que linda reflexão!
Só poderia vir de ti, mesmo!!
Bitocas… avassaladoras!
Já disse o quanto te admiro…. o quanto gosto de tudo o que escreves…
Venho apenas reiterar meu completo sentir em cada um dos teus textos e em cada uma de suas escolhas.
Este texto em especial…. é lindo!!! Realmente se pudermos encarar nossas “pedrinhas” como pedrinhas mesmo e enfrentá-las assim, nossos problemas serão apenas degraus para nossa realização…
Você é MUITO ESPECIAL!!!!
Até logo, minha querida!
Muitos beijos
Ah… eu adoro esse texto!
Conheço de outros carnavais, e ficou ainda mais lindo aqui!!
(ixi, o Carnaval já passou… Conheço de outras Páscoas! rsrs…)
Pedrinhas são sempre o nosso desafio… e o nosso motor também!!
Beijos, pessoa amada!