
Estou andando às margens, no limite entre a loucura e a razão
Ficar sereno agora é noite farta de ilusão
Eu caminhei por ruas escuras , tropecei em pedras , me perdi e encontrei você para me dar as mãos
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Peço , traga – me às flores e aquela sensação de paz interior
Cuide – me , me dê amor e não mais me faça tropeçar em sonhos em vão
Você prometeu me lapidar e no entanto
Jogou-me a um vulcão prestes a entrar em erupção
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Confesso, estou escrevendo sem saber porque
Estou escrevendo sem saber para quem
Estou chorando sem saber por quem
Estou chamando sem expectativas de alguém me responder
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Mas por quê ?
Porque ninguém parece me entender e eu pareço não merecer ninguém
Porque me afoguei em mágoas e estou às margens de um destino incerto
Porque busquei e nunca encontrei alguém que me fizesse tirar os pés do chão.
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Não vou desistir porque fui feita para o amor
E acredito nas possibilidades, sempre
Uma romântica incansável, sei que eu sou
Sigo amando , aprendendo , perdendo , me frustrando e sobrevivendo diante de um amor vazio.
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Mas com esperanças de tornar – me alguém melhor
Alguém que respeite e faça por merecer ser respeitada
Alguém que consiga dar e receber amor
Alguém que tenha e reconheça valor
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Sentada às margens de qualquer desafio , vou rezando , sorrindo e torcendo
Aguardando uma nova história
Esperando por um novo (possível) amor .







Olá, Bel!!
Seja muito bem-vinda por aqui… Acredito que gostará muito deste espaço maravilhoso, repleto de pessoas fantásticas e iluminadas!
E você chegou assim mesmo… iluminando, fazendo refletir, inspirando… Amei o poema!
Acredito que, muitas vezes, as margens nos guardam grandes segredos da vida… basta sabermos olhar para eles atentamente, no momento ideal!!
E, cá entre nós… amor sem fazer sofrer, muitas vezes, nem é amor…
Beijo grande!!